Atual

5 de outubro de 2010

Primeiro Festival Fotográfico de Manaus...

Ter, 05 de Outubro de 2010


A cidade vai respirar fotografia entre os dias 16 a 24 de outubro, durante o primeiro Manaus Bem na Foto – Festival de Fotografia (MBF). O evento vai reunir palestras, workshops, exposições e passeios fotográficos com profissionais locais e nacionais.





Proporcionar uma maior visibilidade e gerar novas oportunidades aos fotógrafos locais. Essa é a meta do primeiro Manaus Bem na Foto (MBF) – Festival de Fotografia, que acontecerá de 16 a 24 de outubro. A iniciativa é um projeto idealizado e coordenado pelos fotógrafos Alexandre Fonseca e Ione Moreno, membros do grupo Retratando e da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB). O objetivo é tornar a arte fotográfica o principal foco cultural da cidade no período do festival e incluir o MBF parte do calendário anual de eventos da RPCFB.





A abertura oficial está marcada para acontecer dia 16 de outubro no Palácio da Justiça (avenida Eduardo Ribeiro, s/nº, Centro, Zona Sul), às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, acontecerá a exposição coletiva “Manaus 341” do grupo A Escrita da Luz e fotógrafos convidados. Serão mais de 40 fotografias sobre a cidade, além da palestra com o fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, representante da RPCFB, detalhando quais as atividades e os objetivos da REDE em todo país.


Internet continua precária em Manaus...

Ter, 05 de Outubro de 2010 


Divulgação


Uma das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014 e candidata a sediar as Olimpíadas Escolares de 2013 a Cidade de Manaus convive com constantes problemas no serviço de internet. Desde segunda feira (04/10) os internautas estão tendo que aturar conexões lentas e downloads com esperas intermináveis.  Na manhã desta terça feira (05/10) o serviço ficou interrompido na zona centro sul da capital. A NET, umas da empresas que oferece internet em Manaus, informou o sistema não acusava nada de irregular.





Um cliente de uma empresa que oferece o serviço no Nova Floresta, zona leste, disse ao Amazonas Notícias quer até lan houses que atuam na comunidade fecharam as portas devido a lentidão do sitema.

“Acessar internet no Nova Floresta não é para qualquer um! A conexão é lenta e é melhor nem perder tempo”, disse o professor Cleimer Carneiro.  

Além do péssimo serviço de internet, Manaus convive com os infindáveis problemas na telefonia celular.

Este é o "Mar Vermelho" que Deus ajudou o seu rebanho atravessar mais um deserto...

Ter, 05 de Outubro de 2010 - Amazonas/Manaus


“O Brasil está alinhado no trem do desenvolvimento 




A onda vermelha continua...






“Vamos ganhar cada rua, cada comunidade, cada cidade, cada rio, cada ilha, cada casa. Vamos continuar com a onda vermelha, que é da cor do coração de cada cidadão. Vamos chegar em cada lugar. A campanha não acabou. Nosso coração está batendo num só ritmo: acelera, "BRASIL"!”.


“Hoje temos um Brasil de inflação baixa, de mais emprego, com salário mínimo melhor, de soberania internacional e que defende a paz no mundo. E Lula fez isso porque foi capaz de respeitar o nosso povo. O Brasil mudou..."




Nesta reta final de campanha é importante mostrar à população os avanços que o PT implementou no Brasil. “Nesta eleição estão colocados dois projetos de Brasil. Somos nós, a força do povo, a consciência dos trabalhadores, foi o nosso projeto de país que conquistou o Brasil que nós vivemos hoje. É fundamental a gente fazer essa diferença”, apontou...


Retrospecto !!! E a história se repete como farsa...

28/08/2010

E a história se repete como farsa

Filed under: Isto é PSDB!,PIG — Gilmar Crestani @ 9:29 PM 

Os noves fora de José Serra


Uma mão lava a outra; as duas, abunda!
Uma mão lava a outra; as duas, abunda!


Secundado pela mídia que sempre o apoiou, e hoje se declara independente, Serra não tem escrúpulos em conspurcar a credibilidade do jogo político às vésperas de uma eleição presidencial. Em queda livre, o candidato e seus aliados ensaiam uma quartelada midiática.
Gilson Caroni Filho
O que estamos assistindo agora, com as tentativas tucanas de plantar escândalos e judicializar a campanha, é a uma gigantesca operação de engodo de candidatura sem perspectiva. Secundado pela mídia que sempre o apoiou, e hoje se declara “independente”, Serra não tem escrúpulos em conspurcar a credibilidade do jogo político às vésperas de uma eleição presidencial. O que ele e seus sócios do PPS e do DEM estão querendo fazer é um autêntico golpe de mão, uma quartelada midiática para evitar que a sociedade possa comparar dois projetos de país.
Estado por estado as notícias são parecidas. Há um rápido processo de cristianização do candidato tucano. No Nordeste é um arraso: quem fez oposição a Lula nos últimos quatro anos, desembarca da nau serrista para cuidar da própria sobrevivência política. Nem mais em São Paulo, estado que o elegeu senador, prefeito e governador, Serra voa em céu de brigadeiro. O repúdio não se dirige apenas contra sua melancólica figura, mas ao estilo de governo posto em prática nos oito anos em que o neoliberalismo vigorou no país. Há algo de covarde na recusa de uma comparação retrospectiva, mas também há algo de didático no exame das decisões de um ator político.
Quando se nega a comparar o governo a que pertenceu com a gestão petista, Serra afirma “que não faz política olhando para o retrovisor”. Certamente preferia que tudo fosse diferente, mas, no beco sem saída em que se encontra, não é possível acertar o caminho com manobras abruptas. Seu trem em marcha ré colidiria com os desastres da política econômica de FHC, o padrinho a ser ocultado.
Vamos aos fatos: a abertura comercial, promovida pelo consórcio demo-tucano, não trouxe ganhos de competitividade à indústria nacional. Pelo contrário, causou um efeito devastador em setores, como o têxtil, transformando segmentos que produziam localmente em meros importadores de insumos. De acordo com estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), depois de oito anos de economia submetida à concorrência internacional, sem instituição de políticas públicas adequadas, as conseqüências apareceram nos resultados negativos da balança comercial, em menos geração de emprego e renda no Brasil.
Os pesquisadores concluíram que a importação de matérias-primas provocou o esgarçamento dos setores intermediários de produção, aqueles encarregados de produzir os insumos para os fabricantes de produtos finais. A análise dos resultados na década de 1990 demonstrou maior competitividade na produção de commodities e vulnerabilidade das atividades de maior conteúdo tecnológico, aquelas com maior valor agregado e responsáveis pela geração de mais postos de trabalho. Nesse contexto, cabe a pergunta: como Serra teria condições de apresentar sua política industrial, sem renegar totalmente o pensamento do PSDB?
Seguindo os preceitos do Consenso de Washington, a possibilidade de o Brasil tornar-se exportador de produtos básicos, que seriam processados em outros países, e importados posteriormente, era o que se afigurava como horizonte à época. Na indústria química, o crescimento das importações levou à desativação de centros de produção de insumos. Princípios ativos para a produção de medicamentos que, nos anos 80, começaram a ser produzidos aqui, com a abertura desregulada, passaram a ser fornecidos pelos Estados Unidos e por países europeus. Nos tempos ministeriais de Serra, a saúde que interessava era o da indústria farmacêutica internacional. Não lhe peçam, portanto, para apresentar propostas programáticas para o setor. Além das platitudes, o vazio é total.
No campo energético, o desastre não foi menor. A decisão de vender usinas prontas, em plena operação, sem ao menos abrir aos investidores a oportunidade, e o consequente risco, do empreendimento novo, gerou uma situação de insegurança energética, com 70% do mercado de distribuição e boa parte da geração privatizados. Sem agregar energia nova, o governo de FHC pensou em esquartejar Furnas quando o movimento mundial ditava fusões. Não faltavam, ainda, os defensores da venda da Chesf, detentora de grandes reservatórios – alguns de alta importância ecológica e social – antes de se regulamentar o uso múltiplo das águas. O que Serra teria a dizer sobre o descalabro? Por que a doce e ética Marina silencia sobre o tema?
Por que não discutir sobre as consequencias desastrosas da Alca, a Área de Livre Comércio das Américas, programada para se instalar em 2005 e que, fatalmente, nos levaria a novo pacto colonial?
Serra, o “Zé que joga pesado” não pode defender o passado sem deixar de fazer um elogio à rasteira da soberania nacional. Por isso, dele só se pode esperar a pregação golpista, o denuncismo como método. E um genérico de Elba Ramalho em seu programa eleitoral. O ex-presidente da UNE jogou sua biografia no ralo das circunstâncias. Da soma dos fatores a que se submeteu, deixando de fora os nove, sobra rigorosamente nada.
Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil

Aliados no Amazonas prometem apoio a Dilma no segundo turno...

Ter, 05 de Outubro de 2010                                 Agência Brasil





O governador reeleito do Amazonas, Omar Aziz (PMN), prometeu empenho no estado para que a candidata do PT à Presidência da República , Dilma Rousseff, garanta no segundo turno um percentual maior de votos. Ao lado do governador, os senadores Eduardo Braga (PMDB) e Vanessa Grazziotim (PCdoB) têm o mesmo objetivo. “Estamos com a Dilma”, enfatizou o governador.

Aziz e os dois senadores eleitos no estado estiveram em Brasília e se reuniram com a candidata petista. Após o encontro, o governador disse que o estado do amazonas pretende desenvolver novos projetos em parceria com o governo federal, como já vem acontecendo na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e está certo de que há compromisso da presidenciável Dilma Rousseff nesse sentido.






Fazendo coro com Omar Aziz, os senadores eleitos Eduardo Braga e Vanessa Grazziotim confiam no apoio do governo federal ao estado nos próximos quatro anos.

O senador Eduardo Braga lembrou que a candidata do PV, Marina Silva, teve mais votos do que o tucano, José Serra, no estado. “Vamos trabalhar para que agora esse eleitores votem em Dilma”, afirmou.

Serra causou polêmica ao legalizar o aborto em 1998...

Publicado em 05/10/2010


Extraído do blog Amigos do Presidente Lula – aquele que a Dra Cureau tentou calar:



Serra causou polêmica ao legalizar o aborto em 1998



Há muito tempo nos estamos denunciando a demagocia e mentiras do candidato José Serra(PSDB). Inclusive hoje o Zé Augusto publicou aqui neste post documentos que provam que Serra é mentiroso quando trata do tema aborto. Finalmente o jornal de panfleto tucano a Folha, resolveu publicar o que nós estamso mostrando aqui ha muito tempo.

Neste link para assinante, está a notícia “Serra causou polêmica ao normatizar aborto”



Em 1998, quando era ministro da Saúde, José Serra foi acusado de atender a grupos pró-aborto por normatizar a realização do aborto nos casos previstos em lei (risco de vida para a grávida ou gravidez após estupro).Mesmo permitido desde 1940, poucos serviços públicos faziam o aborto. A normatização deu respaldo político e técnico para que mais hospitais o realizassem.O então deputado federal Severino Cavalcanti (PP-PE) apresentou um projeto de decreto legislativo para sustar a normatização. Para ele, Serra via “o ato de ceifar uma vida inocente” como “o esvaziamento da cavidade uterina”.

Ele ganhou apoio de entidades contrárias ao aborto, mas o projeto foi derrubado.Em 2001, o Ministério da Saúde começou a distribuir com Estados e municípios a pílula do dia seguinte. Serra ocupava a pasta. Entidades católicas foram a público dizer que a pílula é abortiva.Ouça no vídeo o que um padre fala durante a missa.



Repasse este link http://www.youtube.com/watch?v=yst5IM8Q2os  o Padre Leo criticando Serra e FHC por permitir o aborto no Brasil PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 78 de 1993

Do ex tucano, Gabriel Chalita, amigo de Geraldo Alckmin, em entrevista para a Folha hoje…

Como o sr. avalia a polêmica em torno da posição de Dilma Rousseff sobre o aborto?

A crítica é boa quando baseada em fatos. Mas essa tentativa de desconstruir pessoas com boatos é muito ruim. Dilma nunca disse ser a favor do aborto. Ela se posicionou, abordando o tema como uma questão de saúde pública. Eu particularmente sou contra. Mas a questão central nesse caso é a boataria. Isso aconteceu com o Lula, em 2002. Diziam que ele ia mudar as cores da bandeira e fechar igrejas.

Governo e Arquidiocese se unem em defesa da vida...

Ter, 05 de Outubro de 2010





A Arquidiocese de Manaus, em parceria com Governo do Amazonas e com a Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), realiza no período de 05 a 12 de outubro, a “Semana Estadual pela Vida e de Prevenção contra o Aborto”. Com o apoio do o Conselho de Desenvolvimento Humano (CDH), a programação inclui novenas, procissões, seminários, palestras, concurso de redação e distribuição de folders que abordarão temas jurídicos, éticos e morais acerca do aborto.





Instituída pela Lei 3.174, sancionada em 2007, a Semana de Prevenção contra o Aborto é uma oportunidade de debater e informar a população, especialmente as mulheres, sobre as consequências e prejuízos causados à saúde da gestante e do feto em decorrência do aborto.

Além da programação específica da Semana de Prevenção contra o Aborto, a Arquidiocese de Manaus também dispõe do programa “Consultório Familiar”.






Por meio do Fale Conosco 3212-9044, que funciona das 2h às 6h da tarde, as famílias tem acesso a orientações sobre planejamento familiar, fertilidade e sexualidade; e ajuda psicológica para o relacionamento conjugal e educação dos filhos.