Atual

1 de novembro de 2010

Vídeo para a História: a Presidente fala...

Seg, 01 de Outubro de 2010


Eleição Presidêncial


Pronunciamento de Dilma Presidente 25 minutos.


Austeridade fiscal e respeito aos contratos: como Lula


Não perca, já no fim, o momento de emoção: Dilma chora ao falar de Lula.
Foi um discurso firme, de trabalho, de chefe de Estado.

Oposição rachada entre o grupo paulista de Serra e o resto do Brasil...

Seg, 01 de Novembro de 2010


Política


O candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB) 

O discurso da derrota feito por José Serra ontem, continuou o tom agressivo que teve na campanha, e ameaçou a população brasileira e até tucanos moderados com um "até breve". Serra fez jus à sua fama de desagregador quando só agradeceu seu núcleo duro paulista, e alguns fiéis escudeiros (como Sérgio Guerra, Jarbas Vasconcelos). Na prática, com sua costumeira truculência, mandou um recado para Aécio ao ignorá-lo: o PSDB é dele (quando muito aceita dividir com Alckmin, na cabeça de Serra). É claro que falta combinar com o resto do PSDB do resto do Brasil mas, enfim, isso é problema dos demo-tucanos.

O que interessa é que o clima beligerante que José Serra quis impor, já no primeiro discurso, contra o governo Dilma, não encontrará eco nem entre os demo-tucanos.

O PSDB saiu da eleição com poder regional, elegeu mais governadores, mas saiu com menos poder nacional, com bancadas menores na Câmara e no Senado.

Aos governadores demo-tucanos eleitos, não interessa fazer uma oposição raivosa ao governo federal (como não interessou ao próprio Serra quando foi governador, fazer oposição frontal a Lula). Alckmin, Richa, Perillo, Simão Jatene, tem mais expectativa na própria reeleição em 2014 do que em vôos ao poder nacional.

Também não interessará muito aos governadores declarar guerra nacional contra partidos que lhes fazem oposição nas Assembléias Legislativas.

Nesse contexto, arroubos de oposição raivosa ficarão restritos à artigos nos jornais, escritos por José Serra e FHC, para demarcar território.

A oposição no Congresso deverá ser mais moderada. Deverá fazer críticas mais pontuais, e negociar mais conquistas para os governadores de seus partidos. Não causará surpresa de vermos um fisiologismo "de oposição", negociando votos a troco de verbas para os estados.

Mesmo assim, é bem provável que a imprensa tente manter o clima de beligerância dando mais espaço aos poucos radicais da oposição.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Uso de aspirina reduz morte por câncer de próstata...

Seg, 01 de Novembro de 2010


Saúde






De acordo com um estudo da University of Texas Southwestern Medical School, nos Estados Unidos, homens com câncer de próstata que tomem anticoagulantes, como a aspirina, tem o risco de morte pela doença reduzido.

Segundo os pesquisadores, o uso desses medicamentos nos pacientes que passam por cirurgia e radioterapia, o risco de morte da doença cai de 10 % para 4% em 10 anos. As chances de desenvolver metástase óssea também é diminuída.

O estudo envolveu mais de 5 mil homens com câncer localizado, ou seja, aqueles em que a doença não tinha se disseminado além da próstata, e que foram tratados com cirurgia ou radioterapia, duas das modalidades de tratamento mais comuns para câncer de próstata. Os pacientes foram classificados por terem um grau alto, médio ou intermediário da doença. Desses pacientes, aproximadamente dois mil tomaram anticoagulantes. Os resultados mostraram que os anticoagulantes podem interferir no crescimento e propagação do câncer.
 Além disso, foi constatado que o benefício dos anticoagulantes é até maior em pacientes diagnosticados com câncer de próstata de alto risco. Esta é uma notícia animadora para os pacientes neste grupo, pois eles têm o câncer mais agressivo, e as opções de tratamento são limitadas. O estudo também concluiu que o benefício é melhor quando a aspirina é utilizada em vez dos outros tipos de anticoagulantes.

Apesar dos resultados animadores, mais pesquisas precisam ser realizadas para entender melhor como os anticoagulantes agem no organismo causando este efeito benéfico para os pacientes. Por enquanto, os pesquisadores afirmam que os anticoagulantes agem evitando que o câncer se espalhe, ou seja, que ocorra a metástase das células danificadas, e a formação de novos tumores.

Aposte na prevenção
O câncer de próstata é silencioso, sem sinais evidentes a não ser em estágios mais avançados, quando já está infiltrado em órgãos adjacentes, ou quando suas metástases em ossos, pulmão fígado se manifestam. Um reforço nas ações de diagnóstico poderia, por exemplo, ajudar a reduzir o câncer de próstata, que, segundo pesquisa, é detectado no estágio inicial apenas em 7% dos casos. Quando o diagnóstico do tumor primário é feito logo, 90% dos pacientes têm uma sobrevida maior que cinco anos. Já se for detectado tardiamente, essa proporção cai para a metade.

De acordo com uma pesquisa do Instituto nacional do Câncer (INCA), é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alarme para o câncer, como nódulos, febre contínua, feridas que não cicatrizam, indigestão constante e rouquidão crônica, antes dos sintomas que caracterizem lesões mais avançadas, como sangramento, obstrução de vias intestinais ou respiratórias e dor. Os principais sintomas do crescimento da próstata, segundo o urologista, são os de levantar várias vezes à noite para urinar, dificuldades no ato de urinar e dor à micção, que podem ocorrer nos casos benignos.  
O câncer de próstata é um tumor que ocorre na próstata
Para fazer o diagnóstico do câncer de próstata de forma precoce é necessário realizar o exame clínico de toque retal associado ao exame que revela a dosagem PSA (sigla de antígeno prostático específico) no sangue. Estes exames podem determinar a realização de uma ultra-sonografia pélvica (ou prostática transretal, se disponível). A ultra-sonografia, por sua vez, poderá mostrar a necessidade de se realizar a biopsia prostática transretal. Estes exames devem ser realizados todos os anos, a partir dos 50 anos. Embora a incidência do câncer de próstata não vá diminuir, por estar ligado ao envelhecimento, o diagnóstico na fase inicial pode reduzir significativamente a mortalidade.
O preconceito ainda é o maior vilão na luta contra o câncer de Próstata...


Casa Civil muda e Palocci será reabilitado...

Seg, 01 de Novembro de 2010


Política





agestado
Disposta a evitar novas crises no Palácio do Planalto, a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), vai repaginar a Casa Civil e fortalecer a Secretaria-Geral da Presidência. A ideia é ajustar o chamado "núcleo duro" do governo para que a Casa Civil deixe de ser um latifúndio e a articulação política ganhe musculatura.
Nesse novo desenho, a Secretaria de Relações Institucionais - hoje responsável pelas negociações com o Congresso - pode ser extinta e suas funções, abrigadas por outro ministério, como a Casa Civil ou a Secretaria-Geral. No modelo em estudo, porém, a Casa Civil perde atribuições executivas, a partir de 2011. Programas especiais serão coordenados pela própria Dilma, que pretende montar um time de assessores especiais no Planalto.
O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, um dos principais coordenadores da campanha, será reabilitado no novo governo do PT e terá papel de destaque. Comandante da economia no primeiro mandato do presidente Lula, ele caiu em março de 2006 após o escândalo envolvendo a quebra de sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Palocci chegou ao comitê de Dilma como homem indicado por Lula, mas encerrou a maratona eleitoral na condição de mais próximo interlocutor da petista. Sem experiência na seara política, Dilma recorrerá a ele para as articulações de bastidor.
Dilma já disse a amigos, porém, que não quer saber de "homem forte" ou "primeiro-ministro". O cargo a ser ocupado por Palocci segue indefinido. Ele tanto pode ir para a Casa Civil como para a Secretaria-Geral da Presidência, dependendo da configuração a ser adotada na "cozinha" do governo.
Na prática, Palocci representa para Dilma o que o empresário e vice José Alencar foi para Lula, em 2002. O deputado virou uma espécie de salvo-conduto: aproximou a então candidata principalmente de banqueiros e empresários do setor exportador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dilma é a primeira mulher presidente do Brasil...

Seg, 01 de Novembro de 2010


Eleicões Presidêcias


a primeira presidente do Brasil

Dilma Vana Rousseff (PT), em pronunciamento oficial após a vitória na eleição, destacou neste domingo o fato de ser a primeira mulher eleita presidente do Brasil, uma "demonstração do avanço democrático do país". No discurso, disse que "gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: Sim, a mulher pode."
Dilma ficou com a voz embargada e não conteve o choro. A presidente eleita enfatizou que "a igualdade de oportunidade entre homens e mulheres é um princípio essencial da democracia" e prometeu respeitar a Constituição. "Vou zelar pela a mais ampla liberdade de imprensa e pela mais ampla liberdade de culto."
Dilma também disse que manterá "responsabilidade" na economia, ressaltando o controle de gastos. Mas já acenou que a austeridade fiscal não se estenderá a programas sociais. A presidente eleita reafirmou a promessa de erradicar a miséria no país.
Ao pregar a união do País, mesmo nas divergências, ela adotou tom semelhante ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu padrinho político. Além de agradecer os votos recebidos, Dilma também fez um aceno aos partidos de oposição e aos eleitores que votaram no adversário José Serra (PSDB). "Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio", afirmou. Não foi só: disse que não aceitará irregularidades na administração pública.
Dona de temperamento forte e conhecida como dama de ferro, Dilma não conteve a emoção e embargou a voz em alguns momentos, especialmente ao falar de Lula. Fez um chamamento aos empresários, às igrejas, governadores, prefeitos e "todas as pessoas de bem" para se unir pela erradicação da miséria - compromisso assumido ainda no primeiro mandato de Lula - e disse que essa "ambiciosa meta" não será realizada apenas pela vontade do governo.
A presidente eleita venceu em três das cinco regiões do Brasil e em 16 das 27 unidades da Federação. Com 100% das urnas apuradas Dilma teve 55,75 milhões de votos, correspondentes a 56,05% do total, enquanto Serra contabilizou 43,70 milhões de votos (43,95%). O TSE anunciou, às 20h13 de domingo, que Dilma já estava matematicamente eleita.
Palco da principal batalha do segundo turno, Minas deu mais de 58% dos votos válidos para a candidata governista. Foram 16 pontos porcentuais de vantagem em relação a Serra, que no Estado teve o apoio do governador Antonio Anastasia e do ex-governador e senador eleito Aécio Neves, ambos do PSDB.
No Rio de Janeiro, segundo maior estado em número de eleitores, a vantagem da presidente eleita foi ainda maior do que entre os mineiros. Ela superou a marca dos 60% dos votos e abriu mais de 20 pontos de folga sobre o candidato tucano.
Ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB) venceu no estado que é sua base política, com 54%. Conseguiu cerca de 1,8 milhão de votos a mais que a adversária - praticamente a mesma diferença pela qual foi derrotado em Minas. Ainda no Sudeste, o tucano também ganhou por pequena margem no Espírito Santo, com quase 51%.
No Nordeste, Dilma venceu em todos os Estados, como já havia acontecido no primeiro turno. A bandeira da continuidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva deu a ela cerca de 70% dos votos na região, a mais beneficiada pelos programas sociais federais, pelo crescimento econômico dos últimos anos e pela política de aumento do salário mínimo acima da inflação.
Na sexta eleição presidencial direta desde a redemocratização,  mais de 135 milhões de brasileiros estavam aptos a votar, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Oito estados, além do Distrito Federal, também votaram para governador em segundo turno: Alagoas, Amapá, Goiás, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia e Roraima. A abstenção ficou em torno de 20%.
Perfil
Economista, ligada à área de energia, Dilma foi servidora pública no Rio Grande do Sul, e construiu sua carreira política no PDT, inspirada por Leonel Brizola. Passou a integrar os quadros do Partido dos Trabalhadores somente em 2001. Foi graças a Lula que experimentou uma ascensão na vida política. Primeiro como ministra de Minas e Energia, depois como “gerentona” do presidente, no cargo de ministra-chefe da Casa Civil. (Veja a biografia de Dilma)


Dilma chegou à pasta mais importante do governo em plena turbulência causada pelo escândalo do mensalão. Teve a responsabilidade de substituir José Dirceu, acusado pelo Ministério Público de ser o chefe do esquema que irrigou partidos aliados com recursos de caixa dois.

Até então, Dilma era uma técnica com conhecimento no setor energético e experiência no governo do Rio Grande do Sul. Na Casa Civil, assumiu o papel de articuladora do ministério, consolidando a fama de dura, ao cobrar prazos e resultados em um amplo leque de assuntos – de política econômica a licenças ambientais.
Em 31 de março deste ano, Dilma deixou a Casa Civil para entrar na pré-campanha, enfrentando então o favoritismo de José Serra (PSDB). A ex-ministra cresceu nas pesquisas e chegou a ter mais de 50% dos votos válidos em todas elas, mas começou a oscilar negativamente dias antes do primeiro turno, após a revelação dos escândalos de corrupção na Casa Civil e da entrada do tema do aborto na campanha.

Logo no primeiro debate do segundo turno, a petista mudou a estratégia de campanha reagiu com maior firmeza aos ataques que vinha sofrendo e contra-atacou Serra. A partir de então, a diferença entre ela e o tucano inverteu a queda e passou a crescer.

Serra
O candidato derrotado ao Planalto, o tucano José Serra, reconheceu a vitória de Dilma somente após o pronunciamento da petista. "Nós recebemos com humildade o resultado”, disse, afirmando esperar que “Dilma sirva bem” o país. No entanto, o tucano sinalizou que fará oposição dura ao próximo governo e deixou em aberto a possibilidade de tentar disputar a Presidência pela terceira vez.
"A luta continua", disse Serra, que encerrou seu discurso com o último verso do Hino Nacional, acompanhado por militantes tucanos.



Só o chifre humaniza...

Seg, 01 de Novembro de 2010


Opinião


Só o chifre humaniza

Não tem jeito mesmo. Só um chifre humaniza um macho, repito aqui o velho mantra da coluna. Daqueles bem parafusados pelo destino em nossas testas lisas. Nem que seja apenas como arma de vingança, como reza a lírica do cancioneiro de Carlos Alexandre, o grande do brega.
Um chifre daqueles que nos faz furar o LP com Stephanie Says, do Velvet, ou nos põe como a última das criaturas, ao sentir as batidas dos pingos da tempestade contra a vidraça. Aí entra Tom Waits, que gorjeia This One’s from the Heart, aquela do fundo coração, o filme de Francis Ford Coppola.
Posso tocar mais uma da fita O Fino do Corno, que acabo de gravar aqui no velho cassete das antigas? Então lá vai, lá vai, roda, segura aí, peça logo outra cerveja: Les Amours Perdues, do canalha-do-bem Serge Gainsbourg. Essa é para chorar, como convém a quem deixou rastros de incompetência e de vacilos sentimentais pelo caminho.
Chifre posto, lá estamos nós, répteis do amor (agora entra Por que me Arrasto aos teus Pés, do rei Roberto, para coroar a breguice dos humilhados e ofendidos), carentes como um poodle.
E essa nossa loucura, muitas vezes, não deve ser tributada simplesmente à febre amorosa que estoura na pele e mancha o caroço dos olhos. Enlouquecemos mais pelo ego de macho, que não suporta uma “literatura comparada”, uma derrota, do que pelo grande amor de fato.
É o medo do cabrón diante das comparações. Tudo que queremos saber é apenas se o adversário, a quem sempre vemos, de imediato, como o Pelé do tantra, o Cassius Clay do priapismo, é mesmo o tampa-de-Crush, a bala que matou Kennedy, o tal da química de pele, o cão do terceiro livro…
Aí insistimos, insistimos, insistimos na nossa babaquice, até que ouvimos mesmo, daquela ingrata, que perdemos o embate, o jogo, o clássico do sobe-e-desce, o decisivo mata-a-mata nesse faroeste empoeirado dos nossos inconscientes.
A literatura comparada é o golpe fatal. E que gazela perderia a chance, diante da pergunta do imbecil, de empurrar o sujeito para o abismo?! Aí não tem cachaça ou uísque que curem. É o fim. O mais confiante dos homens sucumbe nessas horas.
E se a moça, toda saltitante, aparecer na firma com aquele sorriso franco, aquela pele remoçada… Nunca vamos imaginar que possa ter sido apenas uma combinação perfeita entre o Prozac e o creme de vitamina C + coenzina Q10, obra e graça da renovadora indústria coméstica!
Sempre pensaremos no desastre-mor, no grito selvagem (dela) de prazer. Sempre achamos que a desgraçada, a miserável, descobriu, finalmente, todos aqueles multiorgasmos fresquinhos anunciados toda semana pela revista Nova. A capa da Nova é a primeira imagem que temos. A perua toda feliz com a carga elétrica de 220 wolts que recebeu do velho urso.
É assim mesmo. Pois a vida é simples e sempre vai imitar aquela singela crônica de Rubem Braga. Lá para as tantas, uma tal de Joana entra no carro de um palhaço, toda aconchegada a ele, meio tonta de uísque, vai para o apartamento do monstro – um imbecil que não sabe uma só palavra de esperanto. A vida é triste, Sizenando, conclui o escriba, a quem agora fazemos coro.
E no toca fita do meu carro, como canta agora Bartô Galeno, uma canção me faz lembrar você…
& Modinhas de fêmea
Somente a solidão, essa pantera, foi minha companheira inseparável. Dá-lhe Augusto dos Anjos, nosso primeiro punk metafísico, aqui em socorro dos solitários de saco cheio com o massacre publicitário que sofreram por causa do meloso dia dos pombinhos.
E haja celulares de regalo, com horas e horas para falar de “graça”, créditos para um bom pé-na-bunda, como diz a amiga Cynthia, créditos para o chá-de-sumiço dos homens frouxos que não têm sequer a decência de uma despedida de corpo presente.
(*) A coluna Modos de Macho & Modinhas de Fêmea, do jornalista Xico Sá, é fornecida com exclusividade pela BR Press. Fale com ele pelo e-mail: xicosa@brpress.net , pelo Blog do Leitor ou pelo Twitter @brpress