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3 de novembro de 2010

Obama assume responsabilidade pela lenta recuperação econômica nos EUA...

Qua, 03 de Novembro de 2010


Mundo





O presidente Barack Obama negou nesta quarta-feira que a vitória republicana nas legislativas implique uma rejeição a seus programas, mas assumiu total responsabilidade sobre a lentidão da reativação econômica nos Estados Unidos, em coletiva de imprensa no dia seguinte às eleições de meio de mandato. Foto:Jewel Samad/AFP

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WASHINGTON (AFP) - O presidente Barack Obama negou nesta quarta-feira que a vitória republicana nas legislativas implique uma rejeição a seus programas, mas assumiu total responsabilidade sobre a lentidão da reativação econômica nos Estados Unidos, em coletiva de imprensa no dia seguinte às eleições de meio de mandato.

Nesse sentido, Obama afirmou ainda que está disposto a trabalhar junto aos republicanos após seu triunfo e que reconhece que o resultado das eleições evidencia que os americanos se sentem profundamente frustrados.
"O voto de ontem confirmou o que tenho ouvido das pessoas através de todo os Estados Unidos. As pessoas estão frustradas. Estão profundamente frustradas com o ritmo da recuperação econômica e das oportunidades que esperam para seus filhos e seus netos".
"Acho que não há dúvida de que a principal preocupação das pessoas é a economia. E o que elas expressaram é uma grande frustração sobre o fato de que não fizemos progressos suficientes em nossa economia", afirmou ainda.
"Acho que temos que assumir a responsabilidade direta pelo fato de que não fizemos o progresso que precisávamos fazer".
A oposição republicana assumiu o controle da Câmara de Representantes nas eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos, um duro golpe para a agenda de mudanças de Obama, mas não conseguiu acabar com a maioria democrata no Senado.
As projeções das eleições legislativas de terça-feira ratificaram o que era previsto pelas pesquisas nas últimas semanas: uma profunda derrota dos democratas, provocada por uma lenta recuperação econômica e por uma taxa de desemprego obstinadamente elevada.
Os republicanos arrebataram pelo menos 52 cadeiras dos democratas, mais do que as 39 que precisavam para conquistar o controle da Câmara de Representantes (435 congressistas), mas não conseguiram as 10 que necessitavam para replicar a façanha no Senado (100 cadeiras).


Dilma vai ampliar os incentivos à Zona Franca...

Qua, 03 de Novembro de 2010 


Manaus



Abnor Gondim - DCI

A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), comprometeu-se a prorrogar a Zona Franca de Manaus (ZFM) pelo prazo de 50 anos e estender os benefícios dados ao Distrito Industrial para a região metropolitana de Manaus (RMM). Outras promessas são a instalação do polo gasoquímico no estado e a conclusão do Linhão de Tucuruí. Dilma se teria comprometido durante reunião em Brasília com o governador reeleito, Omar Aziz (PMN), e os senadores eleitos Eduardo Braga (PMDB) e Vanessa Grazziotin (PCdoB). Quem afirma é o próprio Braga, em entrevista exclusiva ao DCI. "Não foi uma promessa, foi um compromisso", disse.


Ele ainda defende que o próximo governo deve se preocupar em garantir valor para manter a floresta em pé. Braga conseguiu reduzir o desmatamento em seu estado e fazer acordo com empresas e governos estrangeiros para ajudar a preservação florestal. A seguir, trechos da entrevista.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, prometeu prorrogar a Zona Franca de Manaus por mais 50 anos e estender os benefícios para os municípios da região metropolitana de Manaus?

Não foi uma promessa. Foi um compromisso. Isso nos incentivou a fazer uma das melhores campanhas a favor dela em todo o Brasil, com a maior votação proporcional por estado.

Uma proposta do senador Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM) prorroga a Zona Franca até 2033...

A proposta do senador foi aprovada no Senado e ainda não foi votada na Câmara dos Deputados. Por enquanto a Zona Franca vai até 2023.

Como mudar o perfil da Zona Franca, que funciona muito como uma montadora em vez de produzir seus próprios componentes?

O Estado do Amazonas tem um dos maiores índices de verticalização. Alguns estados que não gostam disso, como São Paulo, que faz guerra fiscal. Lá eles isentam do ICMS, por exemplo, a produção de celulares. Montam do mesmo jeito como os celulares são montados em Manaus. Lá eles criam uma zona franca própria, o que é inconstitucional.

Isso pode suscitar algum tipo de inveja do empresariado paulista a respeito da Zona Franca?

De forma nenhuma, pois o que estamos querendo é levar a zona franca ao interior do estado, onde produzimos fibra orgânica, para que possamos produzir sacaria de fibra. Não creio que São Paulo esteja preocupado em produzir sacaria de fibra orgânica... Aonde nós produzimos nosso peixe queremos implementar uma indústria de piscicultura a partir do peixe amazônico. Não creio que São Paulo queira competir com o peixe amazônico. Aonde temos a "cerâmica grossa", que é tijolo, telha etc., queremos implementar uma indústria de cerâmica fina, que não competirá com a indústria paulista. Portanto, a extensão dos incentivos fiscais para a região metropolitana será respeitando a vocação de cada uma dessas regiões. A intenção não é tirar a Volkswagen do ABC Paulista e trazer à Zona Franca metropolitana: a intenção é podermos produzir aqui compostos químicos que possamos levar a São Paulo, ao invés de esse estado importar da Rússia, por exemplo. Não temos nem interesse de trazer montadoras, haja vista que vários estados têm essa indústria consolidada.

O senhor defende o desmatamento zero na Amazônia?

O desmatamento zero pode ser um objetivo em médio prazo. Em curto prazo é impraticável na Amazônia. Ainda temos uma economia e uma população que está excluída do Plano de Desenvolvimento Nacional. É preciso incluí-la com um plano de sustentabilidade, para que possamos incluir essa população num ritmo econômico, social, com responsabilidade ambiental. Mas não dá para dizer que em toda a região amazônica teremos desmatamento zero. Agora, é possível dizer que, nas áreas protegidas, nós podemos, sim, alcançar desmatamento zero. Portanto, deve ser uma meta a ser alcançada para que haja um programa de inclusão econômica, social e ambiental, ou seja, desenvolvimento sustentável. O objetivo, claro, é alcançar o desmatamento zero. Se a meta para isso for, suponhamos, uma década, digo que é possível. Isso é uma utopia, por enquanto, sob pena de levar 15 milhões de pessoas à exclusão social. É muito complexo.

O senhor é favorável à pavimentação da BR-139, que vai ligar Porto Velho a Manaus?

Não. Eu defendo que a "terra do meio" seja interligada por uma ferrovia. A BR-139 é fundamental para o Amazonas, mas ela não precisa, no seu trecho do meio, que são 480 km, ser pavimentada. O ideal é que seja construída uma ferrovia. A ferrovia tem a vantagem de interligar ponto a ponto, e não vai permitir, portanto, uma desocupação desordenada da floresta, o que impactaria, obviamente, o desmatamento e as áreas protegidas. A ferrovia seria uma obra interligada e ao mesmo tempo um belo referencial político e ambiental, que nos asseguraria a segurança econômica que buscamos, sem desmatamento.

Como o senhor, como governador, e, agora, senador, pretende evitar o avanço da soja do Mato Grosso ao Amazonas e também da pecuária de Rondônia?

Está provado que a soja, na Amazônia, não tem bom rendimento: a partir da terceira ou quarta colheita, ela tem produtividade decrescente; portanto, não vejo como questão representativa da soja. Ao contrário da questão da pecuária, que vem precedida pela grilagem e pelo desmatamento ilegal. E, como o ecossistema da Amazônia não é homogêneo, acontece de haver pontos dentro da floresta nos quais a agricultura é propícia. O que nós precisamos fazer é agregar valor à floresta em pé com valor ambiental econômico e social. A floresta precisa resistir à pressão do desmatamento: desmata-se porque se precisa sobreviver. Não pergunte se uma mãe vai preferir defender o filho que está morrendo de fome ou a castanheira.

Como e quando e o senhor fez a lei ambiental do estado e criou o Bolsa Floresta?

O Bolsa Floresta é resultante de todas as políticas de valorização. Fomos o primeiro estado brasileiro a criar a lei de mudanças climáticas, em 2007. Também implementamos as leis que criaram novos marcos regulatórios no que diz respeito ao uso da floresta pública e da estadual. Isso teve resultados importantes. O Bolsa Floresta beneficia oito mil famílias. Estamos, por conta do programa, com quase 15 áreas protegidas com desmatamento zero, atualmente. Criar unidades de conservação no papel é muito fácil; implementá-las no campo é que é muito difícil. Temos, porém, conseguido o maior índice de conservação do País.

Qual sua experiência com a Rede Marriot?

Foi ótima. Fizemos um plano piloto com eles na região do Juma, para a experimentação de um mecanismo de redução de área de desmatamento degradada a partir da monetização dos serviços ambientais. Criaram com o Mariott um programa, numa área de meio milhão de hectares, que beneficia cerca de 29 comunidades rurais. Tem tido grande sucesso nas políticas públicas de educação, de inclusão social, econômica, de melhoria de infraestrutura - e ao mesmo tempo, com desmatamento zero.

Qual será seu primeiro projeto ao chegar ao Senado?

Queremos levar o Senado a ter essa percepção de que a Amazônia precisa ser cada vez mais integrada ao Plano Nacional de Desenvolvimento. Mas precisamos respeitar as características que são próprias da Amazônia. Não podemos remunerar o serviço de saúde pública no interior da Amazônia da mesma forma como fazemos na Avenida Paulista, em São Paulo, por exemplo: o custo dentro da floresta é muito maior do que o custo sobre o asfalto.

Em entrevista ao DCI, o senador eleito e ex-governador Eduardo Braga (AM) disse que Dilma Rousseff prometeu ampliar por 50 anos os incentivos à Zona Franca de Manaus.

Amazonas Film Festival começa na próxima sexta-feira...

Qua, 03 de Novembro de 2010


Cultura


Amazonas Film Festival
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura, realiza, no período de 05 a 11 de novembro, no Teatro Amazonas e em outros espaços culturais da cidade, a sétima versão do Amazonas Film Festival, considerado um dos eventos de maior impacto no fomento à produção cinematográfica local, nacional e internacional.
Para o governador Omar Aziz, esta é uma constatação clara e explícita da consolidação da credibilidade e visibilidade que o Festival vem conquistando no universo cinematográfico dentro e fora do País.
Com base na estatística, ele reiterou o compromisso do Governo do Amazonas para com a Cultura e lembrou que este ano o festival apostará mais na interiorização, levando o cinema a cinco municípios (Anamã, Itacoatiara, Manacapuru, Codajás e Maués) e às comunidades rurais do Tarumã Mirim, Puraquequara,  Pau Rosa,  São João e  Colônia Japonesa.
Paralelamente o sétimo Amazonas Film Festival  vai oferecer sessões de cinema em todos os espaços culturais de todas as zonas da cidade e em hospitais, asilos, abrigos e penitenciárias.

Inspeção veicular vira lei no Amazonas...

Qua, 03 de Novembro de 2010


Manaus



Tabajara Moreno . portal@d24am.com

A partir de outubro do próximo ano, os  veículos de Manaus serão obrigados por lei a passar por uma inspeção dos níveis de emissão de poluentes e ruído para poderem obter o licenciamento do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran).

A medida faz parte do Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV), sancionado pelo governador Omar Aziz,  no último dia 22 de outubro, e atinge automóveis com mais de dois anos de uso.



A Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), responsável pela gestão do plano, tem até outubro de 2011 para finalizar sua implantação e mais três meses para regulamentar o programa.

Com o PCPV serão estabelecidos critérios para emissão de poluentes e consumo de combustível dos veículos, além do monitoramento da qualidade do ar na capital do Amazonas.

Temer se reúne com Dilma para tratar do novo governo...

Qua, 03 de Novembro de 2010


Política



Após tomar café da manhã com a presidente eleita Dilma Rousseff (PT), na casa dela no Lago Sul, em Brasília, o vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB), afastou as insinuações de que teriam começado as divisões de cargos e ministérios no próximo governo. Foi uma conversa exclusiva entre Dilma e Temer, que ontem à noite se reuniu com o presidente do PT, José Eduardo Dutra.
Segundo Temer, a reunião com Dilma nesta manhã foi entre a presidente da República eleita e o vice-presidente eleito, e não com o presidente nacional do PMDB, cargo que ele acumula com a presidência da Câmara. "Toda vez que esse assunto vem à tona (a definição de nomes e ministérios), dizem que o PMDB está atrás de cargos. E não é isso, falo aqui mais como vice-presidente, portanto membro do governo, e não como presidente do PMDB."
Michel Temer afirmou que se reuniu nesta manhã com Dilma para estreitar a relação entre presidente e vice-presidente, que "deve ser um contato permanente e sem cerimônia", para definir as diretrizes do próximo governo. Segundo ele, será uma "quase sequência do atual governo".
Temer confirmou que o governo de transição será instalado na próxima segunda-feira, às 11 horas, e deverá funcionar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Ele acrescentou que ficará em contato permanente com Dilma nos dias em que ela estiver fora para descansar da campanha.
Ele afirmou que PMDB e PT assinarão um documento para dividir o comando da Câmara nos próximos quatro anos, cabendo um biênio a cada um. Entretanto, ressalvou que a escolha de quem ocupará o primeiro biênio ficará para janeiro. O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Alves (RN), e o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), travam uma queda de braço pelo cargo. Alves declarou recentemente que não abre mão de assumir a presidência da Casa já em 2011.
Por fim, Temer complementou que os trabalhos na Câmara recomeçam hoje, após quatro meses de recesso branco por causa da campanha eleitoral. A prioridade das votações serão as 13 medidas provisórias que bloqueiam a pauta do plenário.

Senador do Amazonas entra na Justiça contra o Google...

Qua, 03 de Novembro de 2010


Política



 Da Redação, Ary Santana
O Google está sendo acionado pela Polícia Federal do Amazonas para que promova a retirada do conteúdo do Blog intitulado “Antonio Zacarias”. O blog está hospedado no “Blogger” – serviço de hospedagem de diário virtual mantido pela empresa Google Brasil Internet Ltda. *Comente esta Notícia.

A ação movida pela PF a pedido do senador Alfredo Nascimento (PR) foi encaminhada ao Tribunal Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) no dia 22 de outubro e tem como relator o juiz Vasco Pereira do Amaral.
O Ministério Público Federal (MPF) já se manifestou sobre o caso e no dia 30 de outubro emitiu parecer na Ação. A ação de nº 410639 corre em sigilo na Justiça Eleitoral.
O juiz Vasco informou ao acrítica.com que ainda não tem conhecimento do teor do parecer do MP, mas que deverá analisá-lo brevemente.
“No texto, o autor esculhamba o senador. É um material de baixo nível e repugnante”, classificou o magistrado.
A ação cautelar incidental de afastamento de sigilo telemático proposta pelo Departamento de Polícia Federal (DPF) prevê também a quebra do sigilo dos e-mails encaminhados ao blog bem como a remoção dos textos em que Alfredo Nascimento é citado. 
Vasco Amaral explicou que o pedido da PF se deu porque até o momento a instituição não conseguiu identificar a pessoa responsável pela autoria e publicação dos textos do blog.
A reportagem do acrítica.com entrou em contato com o advogado de Alfredo, Francisco Augusto Martins da Silva, mas todas as chamadas realizadas para o número 81XX-XX87 foram encaminhadas para a caixa postal.
Do Acrítica AM

3 de novembro de 2010 12:23 Lula diz que não vai interferir na montagem da equipe de governo de Dilma...

Qua, 03 de Outubro de 2010


Transição
Agência Brasil
Yara Aquino, da Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta quarta-feira (3) com a presidente eleita Dilma Rousseff. A agenda de Lula foi alterada no início da manhã para abrir espaço ao encontro com Dilma. Em declaração à imprensa, após reunião, Lula afirmou que não vai interferir na montagem da equipe de governo da presidente eleita.
Lula resssaltou que apenas a presidente eleita pode negociar a distribuição de cargos com partidos aliados.“ “Rei morto, rei posto. Um ex-presidente não deve dar palpite”, afirmou.  “O governo da Dilma tem que ser à cara e à semelhança da Dilma. Somente ela pode dizer quem ela quer ou não quer.” “Vamos torcer para o sucesso da Dilma como se estivéssemos torcendo pelo nosso sucesso", acrescentou.
Dilma, por sua vez, disse que a relação com o PMDB, na montagem da equipe, será pautada por uma concepção de partilha, e que em nenhum momento foi pressionada pelos peemedebistas na busca por cargos.
“Esse é um governo que se pautará por partilhas e não por processo de construção de uma equipe única”, afirmou Dilma durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Segundo ela, as iniciativas do PMDB têm sido em favor dessa concepção “sem conflitos”, e destacou o papel de seu vice, Michel Temer.
Dilma acrescentou que não antecipará a equipe de governo de forma fragmentada. “Vou anunciar os nomes com muita tranquilidade e não cometeria a temeridade de apresentar nomes individuais”, disse a futura presidente, que se negou a definir data para o anúncio da equipe de seu governo.
Bolsa Família e salário mínimo
A presidente eleita reiterou que o salário mínimo e o benefício pago pelo Programa Bolsa Família terão reajustes nos próximos anos. No primeiro pronunciamento ao lado do presidente Lula após a eleição, ela avaliou como positivo o critério até então adotado pelo governo de reajustar o salário mínimo com base na inflação e no PIB (Produto Interno Bruto) do ano anterior.

Dilma lembrou, entretanto, que o país enfrentou uma crise econômica que afetou o PIB de 2009, fazendo com os números se aproximassem de zero. “Estamos avaliando. Vamos ver se é possível fazer essa compensação.”

2014
Lula também comentou a possibilidade de Dilma concorrer a um segundo mandato no próximo pleito, daqui a quatro anos. “Ela sabe o que tem que fazer e tem todo o direito de, em 2014, ser candidata outra vez. Eu sabia que tinha data para entrar e data para sair. É como contrato de aluguel. Dia 1º [de janeiro], caio fora”, disse.
No seu primeiro pronunciamento ao lado da sua sucessora após as eleições, Lula afirmou que “a bola agora está com a Dilma” e que ele estará apenas “na arquibancada, uniformizado, mas sem corneta”.
Oposição
Lula pediu que a oposição tenha um papel diferente na gestão da candidata eleita do PT. “[Espero que], dentro do Congresso Nacional, a oposição não faça com a Dilma o que fez comigo: a política da vingança.”
Para Lula, a oposição precisa saber diferenciar os interesses nacional das brigas partidárias. “[Peço que] a oposição, a partir de 1º de janeiro, olhe mais pelo Brasil e torça para o país dar certo.” Ele destacou que a chegada de Dilma ao poder significa a vitória dos que perderam em 1968. “Ela provou que com democracia é possível chegar ao poder.”