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23 de abril de 2010


23/04/2010





PEDOFILIA MUÇULMANA


Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.



Infância perdida, abuso certo: Você ficará calado?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia(ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida:



Noivas de 4 a 10 anos: Presentes de 500 dólares

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.
Pastor Tupirani.
                                                              O Primeiro Pastor Preso em Regime Político Democrático.

Posted by Raquel on Dec 5, '07 10:23 AM for everyone
JESUS, A VERDADEIRA VIDA QUE DÁ SENTIDO À VIDA

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INTRODUÇÃO

1. A Primeira Carta de João não começa nem termina como uma carta. Não tem introdução nem conclusão. Foi escrita por volta do ano 90 d.C. Muitos os cristãos eram cristãos da segunda geração.

2. O perigo que esta carta aborda não era a perseguição, mas a sedução. O perigo do qual Jesus (Mt 24:11) e Paulo alertaram (Atos 20:29-30). A grande ênfase de João é às diferenças entre o genuíno e o falso cristão, e a como discernir entre ambos. O erro dos falsos mestres era teológico (2:26) e ético (2:29; 3:7,10). Ilustração: Um falso cristão é como uma nota falsa. Enquanto você não sabe que ela é uma nota falsa você pode fazer muitas coisas boas com ela: comprar comida, remédio, pagar escola, fazer caridade. Mas quando a nota chega no banco eles descobrem que ela é falsa e precisa sair de circulação. Um crente falso pode fazer coisas boas, mas no dia do juízo ele será lançado no lago de fogo.

3. A heresia que estava atacando a igreja naquele tempo era o GNOSTICISMO. O gnosticicismo pregava o dualismo grego, ensinando que o espírito é bom e a matéria essencialmente má. Esses falsos mestres saíram de dentro da própria igreja (2:19). Plummer resume os dois principais pontos da doutrina gnóstica como: a impureza da matéria e a supremacia do conhecimento.

4. Os falsos mestres gnósticos negavam: 1) A messianidade de Cristo – “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo?...” (2:22); 2) A encarnação de Cristo – “Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, esse é o espírito do anticristo...” (4:2-3).

5. Outra heresia foi o DOCETISMO. Afirmavam que o corpo de Cristo foi apenas um fantasma sem substância e que seu corpo era puramente espiritual. Diziam que Jesus era um homem comum e que ele se tornou Cristo no batismo e que deixou de ser Cristo na morte. João combate essa heresia mostrando que Jesus tinha sido visto, ouvido e tocado (1:1).

6. A crença gnóstica não era apenas heterodoxa, mas também conduzia ao desvio moral. Se o corpo é matéria e é mal, então, essa crença produzia ascetismo ou libernatinagem. Mas João mostra que um verdadeiro cristão não apenas tem a crença certa, mas também a vida certa (1:6; 2:4-6; 3:6,9).

7. O GNOSTICISMO criava também uma elite espiritual, com dois graves erros: 1) Estavam acima do pecado – Pensavam que o pecado havia deixado de existir para eles. Eram super-espirituais e que haviam chegado à perfeição. João combate essa heresia (1:8-10); 2) Olhavam com desprezo os mais fracos – João combate essa heresia mostrando que a prova do verdadeiro cristão é o amor (2:9-11; 3:14-17; 4:10-12; 4:20-21).

8. João escreve para a igreja para lhe dar certeza da vida eterna (5:13). Robert Law em seu comentário de 1 João “The Tests of Life” denomina as três provas cardinais com as quais podemos julgar se possuímos ou não a vida eterna: 1) A primeira é teológica, se cremos que Jesus é o Filho de Deus (3:23; 5:10,13); 2) A segunda prova é moral, se estamos praticando a justiça e guardando os mandamentos de Deus – O pecado é incompatível com a natureza de Deus (1:5), com a obra de Cristo (3:5), e com o novo nascimento do crente (3:9); 3) A terceira prova é social, se nos amamos uns aos outros (4:7,8).

9. No parágrafo (1:1-4) o tema central é Jesus, o verbo da Vida. João abre sua carta falando sobre Jesus. Quem é Jesus. Como podemos conhecê-lo. Como ele pode ser experimentado. Como ele deve ser proclamado. Qual a principal razão da sua vinda ao mundo. Vejamos este texto:

I. A VIDA É ETERNAMENTE EXISTENTE – V. 1a

• O Filho Eterno era antes da sua manifestação histórica. Com Deus não há começo. Com ele não haverá fim. No começo de toda a criação, o Verbo da vida já existia. Ele é antes do começo. Ele não foi criado, ele é o criador. Ele não teve origem, ele é a origem de todas as coisas.
• Algumas pessoas perguntam: Quem criou Deus? Quando Deus começou a existir? O que fazia Deus antes de criar todas as coisas? Deus não foi criado. Ele nunca passou a existir, porque ele sempre existiu. Deus vivia em plena harmonia de amor, antes mesmo da criação.

II. A VIDA É MANIFESTADA – V. 1,2

• O eterno penetrou no tempo e foi manifestado aos homens. O verbo se fez carne e assim se apresentou aos três sentidos mais importantes: visão, audição e tato (v. 1). O infinito se fez finito. O Espírito divino se fez carne. O Todo poderoso se fez servo. O criador nasceu entre os homens. Ele se comunicou com os homens, fazendo-se homem.
• O homem só conhece a Deus porque Deus se revelou. A fé cristã não é o caminho que o homem abre para Deus. Mas é Deus vindo ao homem em Cristo. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo (2 Co 5:12).
• Deus revelou-se na natureza (Rm 1:20), nas Escrituras (2 Tm 3:16-17) e final e mais completamente em Jesus (Jo 14:9). “Quem me vê a mim, vê o Pai”.
• Por que Jesus é o Verbo da Vida? Porque Cristo é para nós o que as nossas palavras são para os outros. Nossas palavras revelam para os outros o que nós pensamos e como nós nos sentimos. Cristo revela para nós a mente o coração de Deus. Conhecer a Cristo é conhecer a Deus.
• João mostra para nós que Jesus é o verdadeiro Deus (5:20) e a verdadeira vida eterna (5:20). Assim, negar que Jesus Cristo é Deus é seguir o anticristo (2:22,23).

III. A VIDA É EXPERIMENTADA – V. 2

• Jesus é o verbo da vida que não apenas se manifestou, mas que também foi experimentado. “Nós vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo 1:14). Não é o Cristo do DOCETISMO (um fantasma). Não é o Cristo do GNOSTICISMO (uma divindade distante que não pode tocar o material e que apenas oferece emanações do seu ser). Cristo é o Deus que se fez carne. Ele é o Deus presente, que tem cheiro de gente, que chora como gente, que a sente a dor como gente. Ele é o Verbo que veio morrer por nós.
• Alguns viram Cristo para o vilipendiar, outros o viram para o adorar (v. 2).
• João teve um encontro pessoal com Cristo. Sua experiência com Cristo não era de segunda mão nem arrancada das páginas de algum livro. João conhecia a Cristo face a face. Ele sabia que Jesus era real e não um fantasma, uma visão, mas o Deus encarnado. Ele andou com Cristo, ele viu Cristo. Ele ouviu Cristo. Ele tocou em Cristo. Ele reclinou sua cabeça no peito de Cristo. Ser cristão não é conhecer de ouvir falar, mas experimentar Cristo (Jo 7:37-38).
• Jesus é a essência e o conteúdo da própria vida eterna. Conhecer a Cristo é ter a vida eterna (v. 2). A vida eterna não é apenas uma quantidade interminável de tempo no céu, mas um relacionamento estreito com Cristo (Jo 17:3; 1 Jo 1:2; 5:20).
• Você pode experimentar essa vida que é real, a vida eterna, colocando a sua confiança em Jesus!

IV. A VIDA É ANUNCIADA – V. 2-3

• Quando você experimenta essa vida que é real, a vida de Cristo, a vida eterna, então você tem uma grande alegria em partilhar essa vida com outras pessoas. Quem tem um verdadeiro encontro com Cristo não pode mais calar a sua voz.
• A manifestação da vida eterna foi proclamada, não monopolizada. João emprega dois verbos para descrever a proclamação apostólica: marturoumem – é a palavra da experiência e apangellomen – indica a autoridade da comissão. A experiência é pessoal. A comissão é derivada.
• André encontrou-se com Cristo e levou a Pedro, seu irmão.
• Felipe encontrou a Natanael e o convidou a conhecer a Cristo, usando o método: Vem e Vê.
• Os apóstolos estiveram com Cristo e disseram: Nós não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.
• Paulo disse: Ai de mim se não pregar o evangelho.
• A evangelização é uma tarefa: 1) Imperativa – Há cinco grandes comissões nos evangelhos e Atos. O crente é um faminto que encontrou pão e anuncia a outros que achou pão com fartura. É um homem morrendo pregando para outros homens morrendo. 2) Intransferível – Nem os anjos nem qualquer outra criatura pode pregar. “Se eles se calarem, eu não tenho outro método”. 3) Impostergável – Amanhã pode ser tarde demais para muitos – “Porque você não veio antes”. 
V. A VIDA É ANUNCIADA COM PROPÓSITOS DEFINIDOS – V. 3-4

1. Para que possamos ter comunhão com o Pai, com o Filho e uns com os outros – v. 3
• O homem natural não pode ter comunhão com Deus por causa do seu pecado. Mas Deus enviou seu Filho. Ele se fez carne. Ele carregou no seu corpo o nosso pecado. Ele morreu pelos nossos pecados. Ele nos justificou. Ele nos perdoou. Ele nos deu um novo coração, uma nova vida. Agora, podemos ter comunhão com Deus. Podemos nos deleitar em Deus. Agora podemos ser filhos, herdeiros, ovelhas, templos, menina dos olhos de Deus. Agora Deus é o nosso prazer, a nossa alegria, o nosso alvo, a nossa vida. Essa comunhão com Deus e com Jesus é a essência da vida eterna (Jo 17:3).
• Intimidade com Cristo é a inspiração e motivo de nosso viver.
• Mas o propósito da proclamação de Cristo é também que haja comunhão entre os irmãos. A comunhão com os irmãos é derivada da nossa comunhão com Deus (1:7). Essa comunhão que houve entre os apóstolos, entre os crentes no Pentecoste, agora se estende a todos os crentes, em todos os lugares, em todos os tempos (v. 3). Assim o propósito da proclamação do evangelho é a comunhão dos filhos de Deus. O amor é a marca do discípulo (Jo 13:34-35). A união dos crentes é testemunho ao mundo e o desejo do coração de Cristo (Jo 17:21,22).
• A comunhão com Deus e uns com os outros resolve o nosso problema básico da SOLIDÃO.
2. Para que a nossa alegria seja completa – v. 4
• A vida é a raiz da alegria e alegria é o fruto da vida. A comunhão é a resposta de Cristo para a SOLIDÃO da vida. Alegria é sua resposta para o VAZIO e SUPERFICIALIDADE da vida.
• A alegria é uma das principais marcas da vida cristã – Fp 4:4
• A alegria não é um sentimento que nós mesmos produzimos, mas é um sub-produto de um relacionamento com Cristo (2 Co 7:6). Só na presença de Deus há plenitude de alegria (Sl 16:11).
• O pecado promete alegria e produz sofrimento. O prazer do pecado é passageiro, mas a alegria de Deus é eterna. “E a vossa alegria ninguém poderá tirar” (Jo 16:22).
• A idéia de plenitude de alegria não é incomum nos escritos de João (Jo 3:29; 15:11; 16:24; 17:13; 1 Jo 1:4; 2 Jo 12). A perfeita alegria não é possível neste mundo de pecado, porque a perfeita comunhão com Deus não é possível. O verso 4 olha para a vida do céu. Então a comunhão consumada produzirá alegria completa.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Assunto: Aquele que pensa ser inspirado por Deus.
Marcos- 7: 11,12,13 - Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é (Corbã), isto é, oferta ao Senhor. Nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe. Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazem semelhantes a estas.
Corbã: [Oferta] Coisa separada para ser dada como oferta a Deus.

Esse ensinamento de Jesus trata dos desvios da verdade aos quais muitas pessoas estão expostas. Quando elas entram por esse caminho, tornam-se fanáticas assim como os escribas e fariseus. É capaz de abandonar o pai e  a mãe, mulher ou marido, filhos e até os prazeres normais da vida, por pensar que isso agrada a Deus. 
Alguém com essa atitude consegue fazer discípulos e criar tradições, as quais chegam a invalidar a Palavra de Deus. Na verdade, os fanáticos não conhecem ao Senhor.
A fé pode ser originária da Palavra ou de uma experiência religiosa. A carne produz religiosidade que de nada servem para Deus. (Mateus- 23:15). 

Quando a fé é produzida da mente carnal, é uma doutrina religiosa humana ou demoníaca, cria uma pessoa convertida, a qual será fria ou fanática. Em ambos os casos, ela irá tornar-se um perigo à sociedade, pois será capaz até de matar alguém, por julgar estar prestando culto ou favor a Deus. 
Já as que possuem a fé genuína em Cristo, que receberam pela Palavra, não fazem mal a ninguém, não se vingam e amam até os próprios inimigos. (Romanos- 12:19-21).
Em sua ignorância e loucura, a pessoa fanática, nega a si mesma, os prazeres saudáveis da vida. Ela abandona pai e mãe, tortura seus contradizentes, é impaciente, não é humilde, sente-se dona da verdade e pensa ser o melhor dos mortais. Algumas chegam até a pensar que são diferentes das outras pessoas. Elas podem recorrer à violência, para obrigar outros a praticarem as regras da sua religião, e até torturar alguém que não crê como elas.
Uma pessoa fanática, consegue liderar pessoas para seu círculo de loucura. Há quem a veja como especial, uma enviada dos Céus. Aqueles que a acompanham sujeitam-se aos mais diversos tratamentos e humilhações. Algumas pessoas até se submetem a caprichos sexuais dos líderes, por considerar que isso irá ajudá-las a alcançar alguma graça.
1 Timóteo- 1:3-7. Como te roguei, quando parti para a Macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina. 
Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora. 
Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. 
Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas; 
Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.
Nenhum fanático conhece o Senhor, tampouco Lhe agrada com suas práticas. Por mais linda ou com boas intenções que uma regra religiosa seja, nunca agradará a Deus.
João-  5: 34. Eu, porém, não recebo testemunho de homem; mas digo isto, para que vos salveis.
O ensino dos fanáticos vai desde um pequeno desvio até um grau em que ninguém terá dúvida de que se trata de loucura completa. Toda doutrina inventada pelo homem é contra a Palavra de Deus. As idéias fanáticas, invalidam as Santas Escrituras. 
Deus abençoe a todos!! 

Por Richard Dawkins
A América, fundada em meio ao secularismo como farol do iluminismo do século 18, está se tornando vítima da política religiosa– uma circunstância que teria chocado seus fundadores. A tendência política hoje ascendente atribui mais valor a células embrionárias que a pessoas adultas. Ela se preocupa obsessivamente com o casamento entre homossexuais, em detrimento de questões genuinamente importantes que de fato fazem uma diferença para o mundo. Conquista apoio eleitoral crucial de um eleitorado religioso cujo domínio da realidade é tão tênue que seus integrantes esperam ser “carregados em êxtase” ao paraíso, deixando suas roupas tão vazias quanto suas mentes.
Seus expoentes mais radicais chegam a ansiar por uma guerra mundial, que identificam como o armagedon que deve ser o presságio do retorno de Cristo à Terra. Em seu novo livro curto “Letter to a Christian Nation” (carta a uma nação cristã), Sam Harris, como de costume, acerta o alvo em cheio:
“Não constitui exagero, portanto, dizer que, se a cidade de Nova York fosse repentinamente substituída por uma bola de fogo, uma porcentagem significativa da população americana enxergaria um aspecto positivo na nuvem atômica subseqüente, já que esta sugeriria a essas pessoas que estaria por acontecer a melhor coisa possível: o retorno de Cristo.
Imaginem-se as conseqüências se uma parcela significativa do governo americano acreditasse de fato que o mundo está prestes a acabar e que seu fim será glorioso. O fato de que quase metade da população americana aparentemente acredita nisso, puramente com base em dogmas religiosos, deve ser visto como emergência moral e intelectual.”
Meus colegas cientistas têm razões adicionais para declarar estado de emergência. Os ataques ignorantes e absolutistas às pesquisas com células-tronco representam apenas a ponta de um iceberg. O que temos aqui não é nada menos que um ataque global à racionalidade e aos valores iluministas que inspiraram a fundação desta primeira e maior das repúblicas seculares. O ensino de ciências –logo, todo o futuro da ciência neste país– se encontra sob ameaça. Temporariamente derrotada num tribunal da Pensilvânia, a “inanidade estarrecedora” (na frase imortal do juiz John Jones) do design inteligente continuamente ressurge em incêndios florestais locais [alusão ao juiz que proibiu em 2005 uma escola de ensinar o design inteligente porque isto seria inconstitucional].
Apagar esses incêndios é uma responsabilidade que consome muito tempo, mas é importante, e os cientistas estão finalmente sendo arrancados de sua complacência. Durante anos eles trabalharam tranqüilamente com sua ciência, lamentavelmente subestimando os criacionistas que, sendo tampouco competentes ou interessados na ciência, se ocuparam com o trabalho político sério de subverter os conselhos locais de ensino. Os cientistas, e os intelectuais de modo geral, agora estão despertando para a ameaça representada pelo Talebã americano.
Os cientistas se dividem entre duas linhas de pensamento quanto à melhor tática com a qual fazer frente à ameaça. A escola de “conciliação” de Neville Chamberlain focaliza a batalha pela evolução. Conseqüentemente, seus integrantes identificam o fundamentalismo como sendo o inimigo e se esforçam ao máximo para conciliar com areligião “moderada” ou “sensata” (uma tarefa que não é difícil, na medida em que bispos e teólogos rejeitam os fundamentalistas tanto quanto o fazem os cientistas).
Já os cientistas da escola Winston Churchill vêem a luta pela evolução como apenas uma batalha em uma guerra mais ampla: uma guerra que se aproxima entre o sobrenaturalismo e a racionalidade. Para eles, bispos e teólogos se enquadram no campo sobrenatural, lado a lado com os criacionistas, e não se deve procurar conciliar com eles.
Um artigo recente de Cornelia Dean no “New York Times” cita o astrônomo Owen Gingerich como tendo dito que, ao advogar simultaneamente a evolução e o ateísmo, “o dr. Dawkins sozinho provavelmente atrai mais convertidos para o design inteligente do que qualquer dos mais destacados teóricos do design inteligente”. Não é a primeira, nem a segunda, nem mesmo a terceira vez que se apresenta esse argumento insuperavelmente destituído de bom senso (e mais de uma réplica a ele já citou, com muita conveniência, Uncle Remus: “Por favor, Irmão Raposa, não me atire naquela horrível moita espinhosa”).
Os seguidores de Chamberalain costumam citar o “NOMA” (”nonoverlapping magisteria”), do falecido Stephen Jay Gould. Gould afirmava que a ciência e a religião verdadeira nunca entram em conflito, porque existem em dimensões de discurso totalmente separadas:
“Para afirmá-lo em nome de todos meus colegas e pela décima-milionésima vez (desde sessões de bate-papo universitário até tratados eruditos): a ciência simplesmente não pode (por seus métodos legítimos) adjudicar a questão da possível superintendência de Deus sobre a natureza. Nós nem a afirmamos, nem a negamos; simplesmente, como cientistas, não podemos comentá-la.”
Ciência e Saúde


Pesquisador  desenvolve  pedaço  de  papel  que  faz  exames  múltiplos 



Com gota de urina, várias doenças podem ser testadas ao mesmo tempo.
Tecnologia, inventada por Brasil e EUA, será aplicada em países pobres.



Nem Jesus Cristo teve paciência com os maus espíritos demoníacos, então senhores, não julguem para que não sejam julgados. A @Cleycianne evangélica fanática? Uma Vírgula senhores.com.br! Ela é uma serva iluminada, que luta com suas armas a favor da moralidade e da decência, visando o bem maior que é o conhecimento da Palavra de Deus, ainda que por muitas vezes ela se perca na sua resistência moral, mais está lá tentando, fazendo algo. E vc que julga, o que tem feito pra obra Divina, a não ser ri da desgraça dos outros! Pense que sua história está sendo escrita, e Ele se revelará a vc perguntando, que obra executou no Nome do Senhor Jesus! Pense Nisso...

Travesti e evangélica se enfrentam no Twitter

Katylene e Cleycianne
Virgula
O que pode surgir do encontro de uma travesti tresloucada com uma fanática evangélica. Em um primeiro momento, sinais de tensão podem indicar que boa coisa é que não é, mas todos que acessaram o Twitter no fim da tarde desta quinta-feira (22), devem pelo menos ter dado boas gargalhadas na briga entre Katylene, a traveca, eCleycianne, a religiosa.

22 de abril de 2010

REQUERIMENTO Nº /2009
 
Requer VOTO DE PESAR pelo falecimento do Profº GARCITYLZO DO LAGO SILVA, da Universidade Federal do Amazonas, ocorrido no dia 31 de agosto de 2009, em Manaus/AM.
 
REQUEIRO, nos termos do art. 218, do Regimento Interno, e ouvido o Plenário, que seja consignado, nos anais do Senado, VOTO DE PESAR pelo falecimento do Profº. GARCITYLZO DO LAGO SILVA, da Universidade Federal do Amazonas, ocorrido no dia 31 de agosto de 2009, em Manaus/AM.
 
Requeiro, ademais, que esta homenagem seja encaminhada ao conhecimento dos familiares do Professor e à Universidade Federal do Amazonas.

 

JUSTIFICATIVA
Morreu nesta última segunda-feira, dia 31 de agosto de 2009, em Manaus, o Professor Garcitylzo do Lago Silva, da Faculdade de Educação da UFAM. Ele era muito estimado no meio universitário e em Manaus. Garcitylzo foi vítima de acidente automobilístico. Seu carro foi atingido por um ônibus de transporte coletivo da cidade e, em conseqüência, preso às ferragens, foi retirado ainda com vida, mas não resistiu.
Este Voto é justo preito do Senado da República em homenagem ao saudoso professor, que também é autor de diversos livros sobre Educação.
Sala das Sessões, 2 de setembro de 2009
 

Senador ARTHUR VIRGÍLIO
                                                                Líder do PSDB

    Garcitylzo (pai) & Garcitylzo (Jr.)