CIGÁS
Deste sábado, 25, a Companhia de Gás do Amazonas, Cigás, iniciou a última etapa de limpeza da linha de gás de Manaus. Trata-se de uma operação de rotina em que são usados água e ar comprimido nos dutos para assegurar a limpeza.
“Os elementos passam sob pressão e são expelidos da linha”, explica o diretor técnico da Cigás, Clovis Correia Junior.
A atividade deverá durar todo o final de semana. Antes da limpeza foram realizados os testes hidrostáticos, que mostraram que a rede de dutos está íntegra.
Após a limpeza, será feita a secagem da linha e a instalação das válvulas de bloqueio automático, que servem para dar maior segurança ao sistema, monitorando a pressão e praticamente eliminando a possibilidade de vazamentos.
Assim que as válvulas estiverem instaladas virá o processo de inertização da linha. “Neste processo, usa-se nitrogênio, um gás inerte, para a preparação da linha para receber o gás natural com segurança”, explica Clovis.
Toda a linha da Cigás estará apta a receber o gás natural no início de outubro. “Nossa previsão é que todas estas etapas estejam concluídas nos próximos dias e ficaremos no aguardo dos consumidores para disponibilizar o gás na rede”, afirmou Clovis.
A Cigás construiu uma rede de gasoduto em Manaus com 43 quilômetros de tubos, cortando as ruas da cidade, sendo utilizados tubos de aço de 20 e 10 polegadas de diâmetro. Os tubos ficam enterrados nas vias públicas a uma distância média de 1,20 m da calçada e profundidade de 1,80 metro.
O gás de Urucu chega a Manaus nas proximidades das usinas de Mauá e Aparecida. Abastece estas usinas e é enviado através dos dutos da Cigás para cinco produtores independentes de energia localizados em pontos diversos da capital do Amazonas.
Clovis observa que com a rede pronta e com o gás passando na tubulação, a população do Amazonas terá um ganho importante e o Estado passará a ter mais um atrativo para novos empreendimentos.
“Teremos melhoria na área ambiental, pois o gás é um combustível limpo. O gás surge como um importante vetor de desenvolvimento econômico para a região, no momento em que possibilita que indústrias que utilizam prioritariamente o gás natural, se instalem no Estado, gerando desenvolvimento tecnológico aliado a novas perspectivas de empregos nesse setor”, afirmou.
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